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Cuba deixa Assembleia da ONU após Trump falar em mudança de regime no país
22 de setembro de 2026 Redação
Cuba deixa Assembleia da ONU após Trump falar em mudança de regime no país

Foto: Reprodução/Internet

A 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) acontece na manhã desta terça-feira (22) em Nova York, nos EUA

A delegação de Cuba deixou o plenário da Assembleia da ONU após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer, durante discurso nesta terça-feira (22), que pensa em uma “mudança radical” de regime no país caribenho.

“Estamos pensando também numa mudança radical em Cuba, onde o regime comunista está sob a maior pressão que jamais esteve. É um regime absolutamente falido, um Estado falido. E vai cair. Marco Rubio está levando adiante as negociações, está profundamente envolvido com os cubanos. Vamos ver o que acontece. Nós não vamos deixar que haja um porto seguro para o terror na nossa porta”Donald Trump

Durante o discurso, Trump também questionou a possibilidade de aniquilar a República Islâmica – Irã – e mandar o país “para o inferno”. A fala do norte-americano aconteceu durante discurso na Assembleia Geral da ONU, onde também está presente a delegação do país do Oriente Médio.

“Será que um acordo será feito com o Irã que faz com que eles consigam reconstruir um grande país, como já foi antes, talvez um dos grandes maiores países no Oriente Médio e até mesmo no mundo, ou será que eu tenho que aniquilar a República Islâmica e fazer isso rapidamente para não dar uma nova chance a eles de de matar e destruir países e pessoas de novo? Será que eu levo eles para o inferno, sem chance de sobrevivência?”

Discurso de Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”. Ao tratar da América Latina e do Caribe, Lula criticou o que chamou de “recrudescimento de tentações hegemônicas” e defendeu que as relações internacionais do país sejam pautadas pelo desenvolvimento, sem alinhamento automático a grandes potências.

“Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo num contexto de recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém. Precisamos de parceiros com uma agenda positiva que fomente o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculos para a maior integração entre vizinhos”, afirmou Lula.

Com informações da Jovem Pan